Filie-se ao CFEE
A Instituição
         
O Conselho Federal de Engenharia Elétrica, em fase de instituição sob a forma de associação, visa ser o órgão superior dos profissionais por ele representados, com função reguladora, normatizadora, fiscalizadora e julgadora, em última instância, dos atos e fatos relacionados ao exercício profissional de atividades relacionadas à engenharia elétrica e engenharias afins, sob a égide deste conselho e em conformidade estrita ao regramento legal aplicável.


 
Quem Pode Participar
         
Todos, sem exceção, que acreditam que algo concreto deva ser feito para estimular o avanço tecnológico do país, bem como regular as relações profissionais neste setor.

Embora o CFEE tenha por público alvo preponderantemente engenheiros do setor eletroeletrônico e de áreas tecnológicas afins, além de estudantes e profissionais atuantes no setor elétrico, qualquer pessoa, física ou jurídica, pode participar do conselho e contribuir, desta forma, para que os objetivos propostos sejam alcançados.



Quem Somos
         
O staff do CFEE é composto por pessoas com formação em diversas áreas do conhecimento humano e com experiência profissional  na área em que atuam, todas imbuídas com o objetivo comum de levar a termo cada uma das propostas traçadas pelo conselho.

Esta diversidade de conhecimentos, além de constituir uma necessidade administrativa e institucional, faz com as deliberações emanadas do conselho estejam em consonância com as reais expectativas da sociedade.



Objetivos

Instituir novo conselho profissional para as áreas de engenharia elétrica e de tecnologias afins, desvinculado no todo ou em parte do atual sistema CONFEA/CREA.

Promover ações de estímulo ao avanço tecnológico e à difusão de conhecimento.

Propor, junto ao poder legislativo, a criação de leis que visem a delimitação de áreas de atuação de exercício exclusivo dos profissionais com formação em engenharia eletroeletrônica e em áreas tecnológicas afins.

Implementar políticas de valorização de ordem econômica-financeira dos projetos de natureza eletroeletrônica.

Promover atividades sociais, desportivas, de lazer e culturais a todo corpo de associados.

Estabelecer princípios norteadores que visem o aprimoramento das práticas pedagógicas de ensino relacionadas à engenharia elétrica e a áreas tecnológicas afins.

Fiscalizar o efetivo cumprimento de preceitos éticos e legais inerentes ao correto desempenho das atividades relacionadas à engenharia.


 
Motivação
         
A percepção de que fatores como a inexistência de políticas de fomento ao desenvolvimento tecnológico, a falta de regulamentação adequada e os interesses profissionais conflitantes - entre outros - submeteram o país a uma danosa estagnação tecnológica, além de propiciar que espaços profissionais que deveriam ser ocupados por engenheiros da área eletroeletrônica fossem ocupados por engenheiros de outras áreas e mesmo por profissionais não engenheiros.
Sem o CFEE Com o CFEE
Outras categorias profissionais possuem atribuição profissional para elaborar projetos elétricos em baixa tensão.
Praticamente todos os projetos elétricos são elaborados por tais categorias profissionais.
Somente engenheiros eletricistas terão atribuição profissional para elaborar e se responsabilizar por projetos elétricos.
Qualquer instalação consumidora - não importando o porte do empreendimento - deverá apresentar projeto elétrico elaborado por engenheiro eletricista.
O sistema CONFEA/CREA controla centenas de categorias profissionais distintas.
Todos os demais conselhos profissionais existentes no país controlam uma única categoria (OAB, CRECI, COREN, CRC, CRA, entre tantos outros).
O CFEE irá controlar apenas os engenheiros eletricistas, engenheiros de áreas afins (eletroeletrônica), os tecnólogos e técnicos da área.
Engenheiros civis, arquitetos e dirigentes de construtoras definem quanto vale o projeto elétrico.
Aos engenheiros eletricistas cabe aceitar o valor proposto.
Há uma relação de sujeição entre as partes envolvidas.
A política de preço será definida pelo engenheiro eletricista, tendo o valor mínimo tabelado pelo CFEE, que utilizará como base de cálculo o valor do empreendimento a que se refere.
Haverá uma equiparação de poderes entre as partes envolvidas.
Praticamente inexistem engenheiros eletricistas atuando como profissionais liberais autônomos. Haverá a necessidade dos engenheiros eletricistas atuarem como profissionais liberais autônomos na área de projetos, face a intensa procura que ocorrerá por este tipo de serviço.
Engenheiros pesquisadores da área eletroeletrônica que atuam em setores de tecnologia avançada não dispõem nem de capital próprio nem de fontes de financiamento para investir em tais áreas. Os recursos financeiros auferidos nos projetos elétricos irão servir de fontes de financiamento em tecnologias mais avançadas.
Mercado de trabalho extremamente exigente em termos de qualificação e experiência profissional, face as pouquíssimas oportunidades de colocação profissional disponíveis. Aumento exponencial de oportunidade de colocação profissional.
Aumentará o número de engenheiros com vaga de emprego garantida, mesmo antes de formados.
Poucas oportunidades de atuar como trainee, e quando existente, o baixo retorno financeiro propiciado. Pouca garantia de efetivação na função. As empresas farão o possível para manter e efetivar seus engenheiros trainee.
Estagiários sem garantia de efetivação na função, pois atingido o prazo legal, ocorrerá o afastamento e novo estagiário será admitido. As empresas farão o possível para manter e efetivar seus estagiários.